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Um deslize na IA pode romper laços existentes e quebrar a confiança entre empresas e forças de trabalho, entre clientes e a sociedade. Isto significa que a IA já não é simplesmente um “nice to have”

Este ano, o Mobile World Congress, que se realiza até ao fim do mês em Barcelona e que se tornou mais do que apenas um dos maiores eventos dedicados às telecomunicações móveis, irá ter como um dos temas-chave a Inteligência Artificial (IA).

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Segundo o relatório da sexta edição do barómetro IoT, lançado pela Vodafone, um terço das empresas já estão a utilizar soluções ligadas à Internet das Coisas. Entre elas, 70% revelaram que concluíram os projetos-piloto e 95% das empresas assumem estar a obter retorno do investimento efetuado na tecnologia.

O barómetro do Grupo Vodafone, tem cerca de 81 milhões de cartões geridos através de uma plataforma única, capaz de garantir globalmente a mesma qualidade e experiência de utilização aos seus clientes, refere a marca em comunicado.

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A Loop New Business Models é uma consultora de estratégica e tem ajudado empresas de toda a Península Ibérica na sua transformação de negócio, nomeadamente no setor industrial. Com escritório em Lisboa e a empregar atualmente cerca de 10 colaboradores no nosso país, esta empresa opera em quatro grandes mercados: o grande consumo, retalho, indústria e serviços e quer agora ajudar as empresas portuguesas a dar o próximo passo na transformação digital. Ignacio Roccheti, novo responsável da consultora para a indústria 4.0, explica-nos como.

PME Magazine – Que trabalho tem feito a Loop junto das empresas portuguesas para as preparar para a indústria 4.0?

gnacio Rocchetti – Em Portugal, verificamos que existe um tecido empresarial no setor da indústria muito desenvolvido ao nível do seu processo produtivo. Temos casos de empresas de escala mundial como o Grupo Amorim, a Cotesi, etc., que espelham bem o nível de excelência e de especialização que as suas indústrias atingiram, mas que, por uma razão ou outra, ainda não exploraram ou retiraram o maior proveito deste novo contexto digital. É com expectativa que a Loop acompanha as medidas e iniciativas tomadas pelo Governo português ao nível do desenvolvimento da indústria 4.0. Assistimos a importantes investimentos em diversas indústrias, como na indústria do calçado na qual Portugal pretende ser líder mundial e demonstrar todo o seu potencial através da iniciativa FOOture 4.0, que prevê um investimento na ordem dos 50 milhões de euros em inovação e economia digital; programas de incentivo aos fornecedores tecnológicos portugueses para capitalizar o ecossistema científico e tecnológico, criando um contexto favorável ao desenvolvimento de startups i4.0.

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Devemos preocupar-nos com a automação? Sim! Vamos perder postos de trabalho? Sim! Vamos ganhar outros? Sim!

Estas foram algumas das conclusões de um estudo apresentado em Janeiro pela CIP (Confederação Empresarial de Portugal), denominado “Automação e o Futuro Do Trabalho Em Portugal”, que foi desenvolvido em parceria com o McKinsey Global Institute e a Nova SBE. Este estudo teve como objectivos perspectivar o impacto da automação no futuro do trabalho e avaliar o potencial de automação da economia portuguesa até 2030. Para tal analisaram 800 profissões, 2000 tarefas desempenhadas em diversos sectores de actividade, identificaram 18 competências de base necessárias para desempenhar qualquer posição e a capacidade de automação de cada uma delas.

Portugal tem um elevado potencial de automação e, consequentemente, risco de perda de empregos. A nossa economia conta ainda com alguma indústria transformadora, mas nem sempre actualizada face a novas tecnologias, pelo que com a implementação destas continuaremos a assistir à substituição de homens por máquinas.

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Robotic Process Automation (RPA) é uma categoria de software que permite a automação de processos, executando-os da mesma forma que um humano, ou seja, usando as mesmas interfaces de utilizador sem necessidade de se recorrer a uma integração aplicacional. Num contexto de automação inteligente, o RPA é combinado com machine learning e ferramentas de automação digital, tais como, optical character recognition, formulários digitais e chatbots.

Depois de um tímido arranque inicial, a automação de processos é agora um tema quente e uma prioridade de muitos C-levels em Portugal, verificando-se várias iniciativas já em curso ou em vias de inicialização. Apesar do elevado potencial de melhoria em termos de eficiência, é fundamental ter presente as possíveis consequências da utilização incorreta de soluções de automação.

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