Entre os fantasmas do desemprego em massa e a necessária transformação das profissões graças à evolução tecnológica, as organizações encontram-se numa fase decisiva de adaptação estratégica face à automação. No caso dos serviços financeiros, e apesar dos enormes desafios que se colocam, este momento significa uma tremenda oportunidade: a de criar mais valor combinando a automação de processos e a criatividade humana.
É desta forma que surge a Robotic Process Automation (RPA), uma forte tendência em muitos projetos deste setor, comprovada pelo facto de, segundo o estudo “CGI Client Global Insights”, de 2018, 74% dos CIO do setor financeiro defenderem como prioridade a automação de processos. Com fortes restrições em termos de compliance e baixas taxas de juro, o sistema financeiro está a apostar na recuperação das suas margens de lucro com base na melhoria dos níveis de produtividade.
